Monitoramento no Senado mostra avanço da CPI nas redes

Decidido a aproximar as redes sociais da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros determinou que sua equipe monitorasse postagens sobre a comissão e enviou relatórios com a análise dos dados a outros integrantes do colegiado, aliados a ele dentro do chamado G7.

Na manhã desta terça-feira, durante o depoimento do ex-chanceler Ernesto Araújo, uma análise por amostragem de publicações sobre a CPI apontou que o número de mensagens positivas foi quase o dobro das negativas. De 2,9 mil postagens analisadas, 1.355 eram favoráveis à comissão e 814 contra — além de 734 neutras.

Relator da CPI, Calheiros chegou a usar perguntas sugeridas pelos internautas no interrogatório de Araújo. Ao longo dos trabalhos da comissão, perfis de oposição ao presidente Jair Bolsonaro tem apontado contradições em depoimentos e fornecido munição para os senadores, que as utilizam quase em tempo real.

Por sinal, na noite desta terça, opositores de Bolsonaro promoveram a hashtag #EuAutorizoRenan, que chegou a ficar entre os tópicos mais comentados do Twitter. Trata-se de uma resposta à “autorização” dada por bolsonaristas ao presidente.

Renan, aliás, publicou no Instagram uma enquete perguntando o que seus seguidores gostariam de perguntar ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello nesta quarta-feira. Em oito minutos, já havia recebido cerca de 1.000 sugestões.

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