Grupo de senadores planeja esvaziar depoimentos de médicos pró-cloroquina

Os senadores da CPI da Pandemia que se posicionam contra o presidente Jair Bolsonaro, integrantes do grupo conhecido como G7, se articulam há alguns dias para esvaziar a audiência pública desta sexta-feira, com dois médicos que defendem medicamentos como a cloroquina para o “tratamento precoce” da Covid-19 — que não têm comprovação científica.

Ricardo Ariel Zimerman e Francisco Eduardo Cardoso Alves foram chamados a pedido de integrantes governistas da comissão: Luiz Carlos Heinze, Ciro Nogueira e Jorginho Mello.

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O plano é deixar o plenário da comissão após a votação dos requerimentos previstos na pauta da primeira parte da reunião, marcada para as 9h. A dúvida até a noite desta quinta era quem deveria ficar na CPI para controlar os trabalhos, o presidente Omar Aziz ou o vice-presidente Randolfe Rodrigues.

A ideia é evitar dar palco às ideias defendidas pelos bolsonaristas. Mas há o receio que, sem o G7 no recinto, os governistas passem horas e horas aproveitando a vitrine da comissão para martelar a tese do tratamento precoce.

Na semana passada, a CPI teve audiência pública com especialistas do “outro lado”, a microbiologista Natalia Pasternak e o médico sanitarista Cláudio Maierovitch, que foi presidente da Anvisa. Os senadores pró-cloroquina permaneceram até o final.

 

 

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