Covid-19: “vacinas de camelôs” invadem a Web

Covid-19: “vacinas de camelôs” invadem a Web

Uma enxurrada de postagens nas redes sociais apontam para a informação de que camelôs de Madureira, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, estão vendendo falsas vacinas contra a covid-19 por R$ 50. E ainda com direito a certificado e aplicação na hora se a pessoa quiser, mas com o custo adicional de R$ 10.

O design da caixa da “vacina de camelô” busca imitar a identidade visual da CoronaVac, mantendo, porém, as partes escritas no idioma chinês a fim de enganar os possíveis consumidores.

A informação circula na Web desde segunda-feira (21) e em vários veículos de comunicação nesta terça-feira (22), mas a reportagem do Olhar Digital ainda não pôde atestar a veracidade do fato.

Tirei e recoloquei meus óculos de leitura por 5x, pessoal! No meu país, Madureira, os camelôs já estão vendendo a…

Publicado por Jones MFjay em Segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Postagem

“Vacina de camelô” não é o único golpe

As vacinas da Covid-19 estão sendo usadas na execução de golpes pela internet, que em sua maioria buscam obter informações sigilosas dos internautas ou forçá-los a algum tipo de pagamento em troca de benefícios relacionados aos imunizantes da doença causada pelo novo coronavírus.

Segundo a CNET, o FBI vem alertando para o crescimento desses ataques, em vista da crescente aprovação de várias medicações pelo mundo. De acordo com a agência de investigação federal dos EUA, os golpes incluem:

vacinas da covid-19
FBI alerta para golpes que prometem acesso antecipado às vacinas contra a Covid-19. Internautas podem ter dados e dinheiro roubados. Imagem: Giovanni Cancemi/Shutterstock
  • Anúncios veiculados em redes sociais, prometendo acesso antecipado a qualquer uma das vacinas da Covid-19 em troca de um pagamento antecipado;
  • Pedidos (geralmente, via newsletter enviada por e-mail) para que internautas façam um pagamento para “garantir” uma boa posição na fila de vacinação;
  • Ofertas de envio (via e-mail ou anúncios) de vacinas em troca de pagamento;
  • E-mails que finjam pertencer a pessoas dentro de centros de vacinação, concessionárias de planos de saúde ou escritório médico, pedindo por informações pessoais ou quadros clínicos de internautas;
  • E-mails ou ligações que afirmam ser de algum fornecedor de insumos ou outra entidade laboratorial;
  • E-mails e ligações que fingem ser de pessoas ligadas ao governo.

O FBI estabeleceu uma linha de contato específica para denúncias desse tipo de ação, mas os Estados Unidos não são o único país a enfrentar malfeitores que se aproveitam do assunto para enganar pessoas.

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